Gente do céu
A foto para ilustrar a historinha que vem a seguir:: rapaziada do Sol de Verão
Valter,Fennandinho e em destaque Cu
Há alguns anos, quando o Clube Atlético Potengi ainda jogava no Machadão contra o Potyguar de Currais Novos, na 2ª divisão do Campeonato do Rio Grande do Norte, um jogador atleticano se destacava fazendo dribles desconcertantes, lançamentos perfeitos e fazendo gol.
O narrador da Rádio Poti não cansava de gritar:
“Dirran é um craque”, “Dirran é uma revelação do futebol norte-riograndense”. E era Dirran prá cá, Dirran pra lá …
No final do jogo, o Clube Atlético Potengi perdeu por 3 x 1, mas o destaque daquele jogo foi o jogador Dirran.
Vendo aquele sucesso todo do jogador atleticano, um jovem repórter da Rádio Poti foi fazer uma entrevista com o craque na beira do gramado e foi logo perguntando:
“Você tem parentes na França? Esse seu nome é de descendência francesa?”.
O jogador, olhando espantado para o repórter, respondeu:
“Não sinhô, meu apelido é Cú de Rã, mas como num pode falar na rádio… então, eles abreveia”.
então até amanhã
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
SUFOCO NA ESCALAÇÃO
gente do céu
a foto é para ilustar o sufoco que o Zézinho passou ontem para escalar o time.
O treinador reuniu a turma no vestiário e escalou doze: onze e o goleiro. O capitão do time estranhou, avisando que havia gente demais. O técnico, porém, sustentou a escalação:
a foto é para ilustar o sufoco que o Zézinho passou ontem para escalar o time.
O treinador reuniu a turma no vestiário e escalou doze: onze e o goleiro. O capitão do time estranhou, avisando que havia gente demais. O técnico, porém, sustentou a escalação:
– Isso é problema do juiz, o teu é jogar e tentar ganhar a partida.
E lá se foi o time para o campo.
Cinco minutos de jogo, a torcida começou a gritar, alertando o árbitro: “O Pipira tem doze!” O árbitro interrompeu a partida, contou os times e deu uma bronca no capitão que, por sua vez, passou a bola ao treinador:
– Fala co’ home ali.
O juiz foi ao técnico e mandou retirar de campo o excedente. Uma confusão tremenda na pista. O técnico chamou o árbitro para uma conversa em particular. Saíram os dois na direção do centro do campo. A torcida, aos berros, descompunha todo mundo pelo atraso.
Os dois isolados no grande círculo, o técnico pôs a mão no ombro do juiz e entrou nas explicações:
– O problema é o seguinte: eu sou um homem de cinqüenta anos, estreando na profissão. E sou novo aqui na terra. Acontece que hoje de manhã, o presidente do clube me deu um bocado de nome, pra pôr no time. Dois são protegidos do delegado, quatro do comandante do destacamento, o goleiro é filho do gerente do banco, o presidente diz que os dois pontas-de-lança têm que jogar de qualquer maneira. Eu fui escalando, escalando.
– É, mas passou da conta – diz o árbitro, inflexível.
– E eu não sei que passou? Ia ser mais. Por sorte, o sobrinho do prefeito amanheceu com o pé inchado e pediu ao tio pra não jogar. Senão, entravam treze.
– Bom, mas pra começar o jogo, o senhor tem que tirar logo um... – diz o juiz.
– Eu, tirar um? Deus me livre. Tira o senhor. Por mim, o time joga com doze. Se o senhor está dificultando, vai lá o senhor e tira um, escolhe lá um. O mais que eu posso fazer é colaborar com o senhor. Por exemplo, não tire nem o cinco nem o seis que dá bolo com o chefe de polícia. E o pior é que agora eu já confundi tudo: não sei mais se o oito é gente do comandante do destacamento ou se é o filho do gerente do banco...
O árbitro encarou o técnico do Pipira, enfiou o apito no bolso e saiu como uma fera:
– Doze contra onze, comigo, não. Doze contra onze, só se me expulsarem da Liga.
Parou diante do banco dos reservas do Serrinha F. C. e dirigiu-se ao técnico, sentencioso como nunca:
– Carvalho, bota mais um dos teus homens em campo, Carvalho. Eu tenho horror a injustiça!
E lá se foi o time para o campo.
Cinco minutos de jogo, a torcida começou a gritar, alertando o árbitro: “O Pipira tem doze!” O árbitro interrompeu a partida, contou os times e deu uma bronca no capitão que, por sua vez, passou a bola ao treinador:
– Fala co’ home ali.
O juiz foi ao técnico e mandou retirar de campo o excedente. Uma confusão tremenda na pista. O técnico chamou o árbitro para uma conversa em particular. Saíram os dois na direção do centro do campo. A torcida, aos berros, descompunha todo mundo pelo atraso.
Os dois isolados no grande círculo, o técnico pôs a mão no ombro do juiz e entrou nas explicações:
– O problema é o seguinte: eu sou um homem de cinqüenta anos, estreando na profissão. E sou novo aqui na terra. Acontece que hoje de manhã, o presidente do clube me deu um bocado de nome, pra pôr no time. Dois são protegidos do delegado, quatro do comandante do destacamento, o goleiro é filho do gerente do banco, o presidente diz que os dois pontas-de-lança têm que jogar de qualquer maneira. Eu fui escalando, escalando.
– É, mas passou da conta – diz o árbitro, inflexível.
– E eu não sei que passou? Ia ser mais. Por sorte, o sobrinho do prefeito amanheceu com o pé inchado e pediu ao tio pra não jogar. Senão, entravam treze.
– Bom, mas pra começar o jogo, o senhor tem que tirar logo um... – diz o juiz.
– Eu, tirar um? Deus me livre. Tira o senhor. Por mim, o time joga com doze. Se o senhor está dificultando, vai lá o senhor e tira um, escolhe lá um. O mais que eu posso fazer é colaborar com o senhor. Por exemplo, não tire nem o cinco nem o seis que dá bolo com o chefe de polícia. E o pior é que agora eu já confundi tudo: não sei mais se o oito é gente do comandante do destacamento ou se é o filho do gerente do banco...
O árbitro encarou o técnico do Pipira, enfiou o apito no bolso e saiu como uma fera:
– Doze contra onze, comigo, não. Doze contra onze, só se me expulsarem da Liga.
Parou diante do banco dos reservas do Serrinha F. C. e dirigiu-se ao técnico, sentencioso como nunca:
– Carvalho, bota mais um dos teus homens em campo, Carvalho. Eu tenho horror a injustiça!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
ZÉ DO EFEITO
Gente do céu
esta foto do Ayalla é só para ilustrar a historia de hoje
esta foto do Ayalla é só para ilustrar a historia de hoje
A cidade de Araújos tinha um excelente time de futebol que deixou saudades! E o mais fabuloso e lendário jogador era o Zé do Efeito! Crem Deus Padre... tinha um efeito no pé que colocava a bola onde queria!
Araújos e Bom Despacho! Final de campeonato regional!
Primeiro tempo: Zero a zero! O goleiro de Bom Despacho pegava até vento! E o tempo passava!
Segundo tempo... quarenta e três minutos! O empate de zero a zero dava o título à cidade vizinha!
Pênalti!!! E a favor de Araújos!
Quem vai para a cobrança? Zé do Efeito, claro!
Quarenta e quatro minutos do segundo tempo! Lá vai Zé do Efeito para a bola!
Uma bomba!!!
O goleiro de Bom Despacho voou nela! Crau... Pegô!
O campo de futebol calou-se! Parecia o Estádio do Maracanã em 1950!
O goleiro de Bom Despacho quicou a bola fazendo cera para colocá-la em jogo novamente... Já comemoravam o título!
Quando a bola bateu no chão... rolou automaticamente para dentro do gol!
Araújos com o troféu nas mãos!!! A bola estava com um efeito tremendo ainda!
Então até segunda
quinta-feira, 28 de julho de 2011
PELADEIROS FANÁTICOS
Gente do céu
Hoje a minha homenagem é para
os PELADEIROS FANÁTICOS do Rubens vaz.
Que tem um rapaziada maneira ( muita gente boa que não dá para citar aqui pois correrei o risco
de esquecer de alguem
na foto Pedrinho matador faz muitos gols, Borracha quando era vivo ( tô brincando )era um entortador de laterais, e Marquinhos( jogou até no CASCUDO ) um camaradão
então até amanhã
Hoje a minha homenagem é para
os PELADEIROS FANÁTICOS do Rubens vaz.
Que tem um rapaziada maneira ( muita gente boa que não dá para citar aqui pois correrei o risco
de esquecer de alguem
na foto Pedrinho matador faz muitos gols, Borracha quando era vivo ( tô brincando )era um entortador de laterais, e Marquinhos( jogou até no CASCUDO ) um camaradão
então até amanhã
quarta-feira, 27 de julho de 2011
QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA
Gente do céu
Mais uma história adaptada
Mais uma história adaptada
Em seus tempos de jogador de várzea, Arides foi um craque - emérito cabeceador e com excelente visão de jogo. volta e meia, vivie a relembrar suas glórias e, após umas cervejinhas, invariavelmente acaba exagerando “um pouco” na lembrança de seus feitos.
Marquinhos Pimpolho é seu amigo e companheiro do dia a dia. Mas tinha uma característica peculiar: detesta mentiras. Nada o aborrece mais do que ouvir alguém mentindo.
E Arides naquele dia estava impossível. Contava que certa vez seu time foi jogar contra o maior adversário, de uma cidade vizinha, e ele, com o joelho machucado, não pôde ser escalado.
Ao final do primeiro tempo, seus companheiros já perdiam por 3 x 0. Após o intervalo, a coisa piorava a cada instante: aos 30 minutos o placar apontava 5 x 0 para a equipe da casa. Foi quando o técnico chamou o Arides:
- Meu ídolo, eu sei que você não está em condições de jogar, mas preciso que entre para evitar um vexame maior.
E o nosso herói começou a contar para os amigos, mais uma de suas proezas:
- Aos 35 minutos, escorei um córner de cabeça e fiz 5 x 1. Aos 37, driblei três adversários e de virada diminuí para 5 x 2. Aos 40, arrematei de voleio: 5 x 3!
- Ia narrando o antigo craque, embalado pelas “louras geladas”.
Em um canto, impassível e aparentemente dormindo, Marquinhos Pimpolho apenas ouvia.
- Aos 43, de bicicleta, fiz 5 x 4...
E Marquinhos Pimpolho parecia mesmo cochilar...
- Aos 45, quando o juiz já se preparava para terminar a partida, peguei a bola na intermediária, passei por três zagueiros, invadi a área, fintei o goleiro...
Mas antes que o nosso craque concluísse o lance, Marquinhos Pimpolho interrompe a narrativa, levantando aos berros:
- ARIDES! Se você empatar este jogo eu eu chamo a policia e mando te prender!
Marquinhos Pimpolho é seu amigo e companheiro do dia a dia. Mas tinha uma característica peculiar: detesta mentiras. Nada o aborrece mais do que ouvir alguém mentindo.
E Arides naquele dia estava impossível. Contava que certa vez seu time foi jogar contra o maior adversário, de uma cidade vizinha, e ele, com o joelho machucado, não pôde ser escalado.
Ao final do primeiro tempo, seus companheiros já perdiam por 3 x 0. Após o intervalo, a coisa piorava a cada instante: aos 30 minutos o placar apontava 5 x 0 para a equipe da casa. Foi quando o técnico chamou o Arides:
- Meu ídolo, eu sei que você não está em condições de jogar, mas preciso que entre para evitar um vexame maior.
E o nosso herói começou a contar para os amigos, mais uma de suas proezas:
- Aos 35 minutos, escorei um córner de cabeça e fiz 5 x 1. Aos 37, driblei três adversários e de virada diminuí para 5 x 2. Aos 40, arrematei de voleio: 5 x 3!
- Ia narrando o antigo craque, embalado pelas “louras geladas”.
Em um canto, impassível e aparentemente dormindo, Marquinhos Pimpolho apenas ouvia.
- Aos 43, de bicicleta, fiz 5 x 4...
E Marquinhos Pimpolho parecia mesmo cochilar...
- Aos 45, quando o juiz já se preparava para terminar a partida, peguei a bola na intermediária, passei por três zagueiros, invadi a área, fintei o goleiro...
Mas antes que o nosso craque concluísse o lance, Marquinhos Pimpolho interrompe a narrativa, levantando aos berros:
- ARIDES! Se você empatar este jogo eu eu chamo a policia e mando te prender!
Então até amanhã
terça-feira, 26 de julho de 2011
PRELEÇÃO DO CASCUDO
Gente do céu
esta é uma preleção adaptada
tomara que os jogadores sigam as instruções dadas para que possamos jogar bem no domingo
e os torcedores não possam reclamar da diretoria
e os torcedores não possam reclamar da diretoria
Vestiário do CASCUDO de portas trancadas.
Os técnicos Zé baleia, Zezinho e Marquinhos dão as últimas instruções:
-Papel, meu goleiro, vai em todas as bolas, orienta o time. Coloca pelo menos quatro na barreira, e nos escanteios um homem no primeiro e outro no segundo pau! Ah, e sai jogando sempre pelas laterais.
-Canelinha e Zé Maria! Meus laterais! Apoiem o ataque, mas nunca subam os dois ao mesmo tempo, e no estilo pêndulo de relógio cuco: vai, volta, vai, volta...
-Fred e Fernando, meus zagueiros. Nunca joguem em linha. Fred dê sempre o primeiro combate. Se o centroavante passar, o Fernando, mata a jogada. É bola ou bulica!
-Paulão fica encarregado da cabeça de área. Tem que espanar pros dois lados, feito rabo de vaca, para cobrir as subidas do Canelinha e do Zé.
-Socadinho e Mauro. Vocês jogam pra caramba, mas é preciso marcar também. Cerquem pelo menos, pra não sobrecarregar o Paulão.
-Cuica! Vê se vai no fundo cara! Depois mete bola pro Canhão que é bicho certo.
-Você também, ô Espanta Neném! Vê se cisca menos, dribla aquele lateralzinho, leva pro fundo e joga umas bolinhas na área.
-Canhão eu falei que você é bicho certo. Mas faz uma pá de tempo que você não guarda uma e hoje tem que acontecer. Caso contrário, vai todo mundo ficar desempregado.
-Pessoal, tem que chegar junto, marcar a saída de bola dos caras, chutar mais em gol, fazer pressão o tempo inteiro. No campo deles. Quando cansarem, recuem e marquem pressão no nosso campo.
-Alguma pergunta?
-Tudo bem chefes. Mas será que eles vão deixar a gente fazer tudo isso?
Silêncio
Então até amanhã
segunda-feira, 25 de julho de 2011
GALLO COM DOIS ELLES
Gente do céu
segunda feira : Muito invocado, após um empate com o são Jorge ( 2x2) o CASCUDO
depois de estar vencendo por (2x0 ) por causa de de muitas mexidas erradas pelos treinadores
Zé de oclide,Baleia, Guello e Marqunhos .
Ainda tenho que aturar o Gallo ( Gallo com dois elles ) com um prato na mão. (toda foto o Gallo aparece com um prato na mão)
Siri,Jorge beiço e Elcio ainda dão apoio para ele. ( veja como estão felizes )
então até amanhã.
segunda feira : Muito invocado, após um empate com o são Jorge ( 2x2) o CASCUDO
depois de estar vencendo por (2x0 ) por causa de de muitas mexidas erradas pelos treinadores
Zé de oclide,Baleia, Guello e Marqunhos .
Ainda tenho que aturar o Gallo ( Gallo com dois elles ) com um prato na mão. (toda foto o Gallo aparece com um prato na mão)
Siri,Jorge beiço e Elcio ainda dão apoio para ele. ( veja como estão felizes )
então até amanhã.
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